Para enxergar o invisível é preciso olhar além do que se vê. Porque “a gente não quer só comida, a gente bebida, diversão e arte”, camadas de ingredientes poéticos a formar imagens que fala com corações e lembranças. Assim, a caipirinha de domingo ganha um toque surrealista, o cheiro cítrico parece reluzir diamante, a água baila ainda que estática. Matéria e substância. Mente e coração. Veja bem, as fotografias de Carol Gherardi falam. Com você.